terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nunca um ponto final.

O erro, mais uma vez, persiste em ser o de acreditar em tudo. Palavras, gestos, olhares. É tão difícil aceitar que todo mundo é igual? Por mais que ela tente, não consegue. O otimismo brinca, faz com que ela veja o mundo de outra forma. O mundo dela. Olhos de quem sabe que existe alguém que possa mudar. Mas quem? Sua vida fora decepção até agora! Mesmo tentando colocar um ponto final nessa história, não dá. É mais difícil do que parece desatar o nó que a prende nisso tudo. Ela insiste nas reticências... Ou quem sabe são vírgulas? Blablabla.

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