terça-feira, 30 de agosto de 2011

Absolutamente nada.

E se o erro for pensar demais? E se eu não pensar, o que vai acontecer? O "se" anda sempre de mãos dadas comigo, achando que vai ser melhor assim. Não fosse por ele, sabe-se lá o que eu já poderia ter feito. Enquanto eu penso, reflito, suponho tantas coisas, perco esse tempo em que eu poderia fazer tanta coisa. E se eu falar pra você o que estou sentindo? E se não sair conforme o planejado? E se eu falhar? E se eu me decepcionar, de novo? Não, não quero nem pensar. Para de pensar, menina. Para! Quando eu tento não pensar em nada, acabo pensando em tudo. Já se tornou rotina.

domingo, 21 de agosto de 2011

Ela quer, mas o medo de decepcionar as pessoas é maior. Tanta gente pressionando-a para, quem sabe, fazê-la criar coragem. Isso a incomoda. Ninguém está no lugar dela, ninguém sabe como ela está se sentindo, ninguém sabe o que ela sente. - Nem mesmo ela. Como decifrar o que está nas entrelinhas, se o foco já se perdeu? São objetivos diversos, direções contrárias, sentimentos refletindo o que a razão diz não entender. Ela quer, mas ninguém sabe o quê. Apenas ela.

domingo, 14 de agosto de 2011

Objetivo

Depois de vários e vários tombos, você aprende a ser forte o suficiente para levantar sozinha. Sempre foi assim. Quem te derruba é quem menos você espera, e,raramente, eles vão dar as caras para assumir o erro. É mais fácil derrubar do que ajudar, não é? Esperar demais das pessoas, é por isso que quebramos a cara tantas vezes. Erro que insiste em continuar me perseguindo. Por que EU insisto nesse erro? Já passou da hora de aprender que eu estou sozinha e ninguém vai me ajudar, no momento em que eu mais precisar. Não há alguém que possa nos salvar, mas algo me leva a crer que sim. E se realmente existir, vou estar esperando aqui, como sempre fiz. Acreditar, esperar, alcançar. É o meu objetivo.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Nunca um ponto final.

O erro, mais uma vez, persiste em ser o de acreditar em tudo. Palavras, gestos, olhares. É tão difícil aceitar que todo mundo é igual? Por mais que ela tente, não consegue. O otimismo brinca, faz com que ela veja o mundo de outra forma. O mundo dela. Olhos de quem sabe que existe alguém que possa mudar. Mas quem? Sua vida fora decepção até agora! Mesmo tentando colocar um ponto final nessa história, não dá. É mais difícil do que parece desatar o nó que a prende nisso tudo. Ela insiste nas reticências... Ou quem sabe são vírgulas? Blablabla.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Depende de você.

Eu tenho tudo nas mãos, só falta decidir o que fazer com isso. Arriscar ou perder essa oportunidade de fazer valer? Vamos arriscar. Tem chances de dar certo, não é? Só tem uma coisinha me incomodando: o medo. Sabe quando tem alguma coisa que te impede de fazer o que quer? É isso. Eu sei, eu quero, eu vou. Agora. Não! Agora não. E se não der certo? E se nada do que eu te falar, te faça correr para os meus braços? Me dá um sinal de que tudo ficará bem, e só assim eu terei a certeza de que estou fazendo o certo. Afinal, só depende de você.