Ela nunca soube o que fazer da vida. Na verdade, ainda não sabe. Não sabe o que fazer, não sabe o que pensar, não sabe como agir. São muitos momentos, muitas palavras, muitas ações. Isso a constrange. Constrange pelo fato de não saber o que fazer.
É muita coisa, pra pouca maturidade. Não, maturidade não. Responsabilidade.
Ela sempre deixou tudo pra última hora, sempre pedindo pra outras pessoas fazerem por ela e, quando ela mesma faz, acaba deixando tudo pela metade.
Isso a irrita. Esse lance de começar e não terminar. Na prática nada é tão fácil como parece.
Ela precisa de amor. Mas um amor de verdade, não aquele de histórias. Um amor que a faça se sentir bem, amada. Um amor que a faça ser ela mesma, que a aceite assim.
Ela só quer ser feliz.
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